21 Janeiro 2010

A Freira e O Taxista


Uma freira faz sinal para um táxi parar. Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela:
- Por que você me olha assim?
Ele explica:
- Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida...
Ela responde:
- Meu filho, sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que você possa me dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
- Sabe, é que eu sempre tive na cabeça uma fantasia de ser beijado na boca por uma freira...
A freira:
- Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você: primeiro, você tem que ser solteiro, corinthiano e também católico.
O taxista fica entusiasmado:
- Sim, sou solteiro, corinthiano desde criancinha e sou católico também!
A freira olha pela janela do táxi e diz:
- Então pare o carro ali na próxima travessa.
O carro pára na travessa e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista com um belo beijo na boca, daqueles de cinema. Mas quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar:
- Meu filho - diz a freira - Por que é que está chorando?
- Perdoe-me, Irmã, mas confesso que menti: sou casado, palmeirense e não sou católico.
A freira o conforta:
- Deixa pra lá. Estou a caminho de uma festa a fantasia, sou travesti, me chamo Alfredo e torço pro Grêmio!

1 comentários:

Emerson Reis, M.D disse...

Essa é ótima, indicada para todos os palmeirenses como eu! kkkkkk

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Já que chegou até aqui que tal escrever algumas abobrinhas, sei lá... Acho que alguma coisa você tem a dizer!
Ou cale-se para sempre!
Obrigada pela visita!